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Banco de Tecnologias Sociais
Fundação Banco do Brasil

A Comunicarte concebeu conceitualmente e filosoficamente o Banco de Tecnologias Sociais, elaborou sua normatização, desenvolveu o planejamento geral e prestou consultoria a sua implementação. Nos anos iniciais, a Comunicarte assessorou a Fundação Banco do Brasil na operação no Banco. Neste período, o Banco de Tecnologias Sociais conquistou o 1º Marketing Best (2002), o Prêmio ABERJE Leste/Centro-Oeste (2002 e 2003) e o Prêmio ABERJE Nacional (2003). A Fundação Banco do Brasil, na ocasião presidida pela Heloisa Helena de Oliveira, ao implementar este Projeto inovador no Brasil e no mundo, exerceu um papel revolucionário na forma de pensar o desenvolvimento humano sustentável.

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social caracterizou-se como instrument de identificação, seleção, certificação, promoção e fomento de tecnologias que apresentem respostas efetivas para diferentes demandas sociais e possam integrar o Banco de Tecnologias Sociais. O Prêmio, que teve a parceria da Unesco, é realizado de dois em dois anos para permitir a alternância entre os períodos de captação e disseminação de soluções.

Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo
Instituto Ayrton Senna

A Comunicarte criou o Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo e o coordenou até a sua sexta edição. O Prêmio foi concebido para ser uma ação promocional do processo de mudança de comportamento, do modo de pensar, sentir e agir em relação às crianças e adolescentes. O objetivo era reconhecer e premiar profissionais da imprensa que abordem as questões infanto-juvenis sob a ótica do desenvolvimento humano -, levando os temas relevantes sobre as novas gerações ao centro das discussões, visando formar consciências e gerar mudanças.

Plano de Compensação da Atividade Pesqueira /Programa de Educação Ambiental (PCAP/PEA)
PETROBRAS - UO RNCE

A Comunicarte realizou o diagnóstico participativo e construção de propostas compensatórias nas comunidades localizadas na área de influência dos empreendimentos marítimos do Rio Grande do Norte e Ceará, em cumprimento ao Plano de Compensação da Atividade Pesqueira – PCAP e Programa de Educação Ambiental, condicionantes estabelecidos pelo IBAMA, para o licenciamento ambiental de empreendimentos petrolíferos marítimos. Na concepção do órgão ambiental, estes condicionantes justificam-se pela necessidade de executar medidas de compensação às comunidades que, por habitarem ou trabalharem na área de Influência das atividades petrolíferas marinhas, sofrem danos provocados por tais empreendimentos. Desde fevereiro de 2009, foi iniciado um ciclo de PCAP, contemplando vinte e três áreas e dezenove municípios, distribuídos entre o Rio Grande do Norte e Ceará.

Neste ciclo, o PCAP é realizado em conjunto com o PEA, sendo então unificado e denominado PCAP/PEA. Até junho de 2010, o Programa havia atuado em onze áreas, sendo que em três delas, os projetos escolhidos já se encontram em fase de contratação para execução. O aprendizado adquirido com a execução do projeto tem mostrado que após cinco anos de trabalho observou-se que durante a execução do Plano/Programa, tem sido evidenciada a difícil correlação entre os impactos provocados pela atividade petrolífera e os projetos elaborados pelas comunidades envolvidas, como também a difícil correlação entre o impacto produzido pela sísmica e as medidas compensatórias geradas e, em consequência disto, a construção de propostas coerentes com os danos acarretados pela extração petrolífera e medidas de compensação. Além disso, possibilita uma geração de informações relevantes, advindas da prática das atividades do PCAP/PEA para empresas, segmentos e equipes internas que trabalharão em projetos futuros que envolvem o licenciamento ambiental. O projeto foi realizado entre 2009 e 2014.

Convivência e Co-Responsabilidade das Comunidades vizinhas à malha dutoviária da Transpetro

A Comunicarte concebeu, desenvolveu, monitorou e avaliou o Plano Corporativo de Comunicação de Convivência e Co-Responsabilidade das Comunidades vizinhas à malha dutoviária da Transpetro com o objetivo de fomentar a participação ativa das comunidades na construção de um compromisso coletivo com a integridade das faixas de dutos, assumindo a co-responsabilidade nos seus cuidados. Durante três anos, a Comunicarte executou o Plano nas Unidades de Negócios de Dutos e Terminais da Transpetro, situados em 18 estados brasileiros. Cerca de 300 comunidades localizadas em 110 municípios interferentes com as faixas de dutos foram mapeadas por meio de estudos socioeconômico-culturais.

Após estes estudos, equipes técnicas formadas por 41 profissionais de comunicação comunitária desenvolveram amplo trabalho de informação e educação junto à população vizinha das faixas de dutos e dos terminais da Transpetro. Foram utilizadas técnicas participativas e lúdicas de mobilização social para a preservação da segurança e integridade das instalações industriais e das próprias comunidades do entorno. O programa foi incorporado às diretrizes de responsabilidade social e à política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) da empresa.

Este Programa foi pioneiro na introdução do conceito de convivência e co-responsabilidade no relacionamento entre empresas de grande porte e comunidades vizinhas às suas instalações. A partir deste Programa, outras empresas e a própria Transpetro adotaram o conceito em suas atividades.

Como resultado da implementação do Plano, houve um decréscimo no número de acidentes nas faixas de dutos causados por perfurações, construções, fogueiras e tráfego de automóveis.

Estratégias de informação, educação e comunicação focadas nos conceitos de cidadania, de participação comunitária, de cuidado e autocuidado fomentaram a construção de uma cultura de convivência e co-responsabilidade com as comunidades interferentes com a rede de dutos administradas pela empresa ao longo de 12.000 km de faixas instaladas de norte a sul do País.

O Programa conquistou o Prêmio ABERJE Leste / Centro-Oeste (2002 e 2003) e o Prêmio  BERJE Nacional (2003). A Comunicarte realizou este trabalho entre 2002 e 2005.

A partir de 2006, a Comunicarte prestou serviços de consultoria, desenvolvimento, execução e consolidação das ações do Programa de Responsabilidade Social e Ambiental nas áreas vizinhas às Faixas de Dutos (gasodutos e oleodutos) e Terminais da Petrobras, gerenciados pela Transpetro, nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, São Paulo, Centro-oeste e Sul. O programa compreendeu ações de relacionamento comunitário, contemplando as etapas de diagnóstico de áreas em 324 municípios brasileiros, desenvolvimento e implementação de plano de ação, considerando os seguintes programas: Transpetro Com Você; Agente Jovem Transpetro; Diálogo E Segurança

Transpetro Com Você; Transpetro Conhecer; Integração Transpetro;

Faixa Livre Transpetro; e Transpetro Transformar. Este trabalho foi

realizado entre 2006 e 2008.

  • 314 MUNICÍPIOS

  • 10 MIL KM DE DUTOS

  • 5.300 KM DE FAIXA

  • 24 TERMINAIS AQUAVIÁRIOS

  • 20 TERMINAIS TERRESTRES

  • 12 REFINARIAS (PETROBRAS)

  • 7 MALHAS REGIONAI

Petrobras Social

A Comunicarte criou a Política de Investimentos Sociais da Petrobras e definiu os conceitos norteadores do Programa Petrobras Social. O Programa, concebido em 2001 e desenvolvido pela Comunicarte até 2003, priorizou a identificação de projetos compatíveis com a missão, valores e atributos da Empresa, e que expressassem o papel de agente do desenvolvimento sustentável. As diretrizes criadas ainda hoje balizam as ações de investimento socioambiental e cultural da Petrobras.

O Programa Petrobras Social foi pioneiro na empresa ao introduzir o conceito de INVESTIMENTO SOCIAL e transformou-se em instrumento estratégico de gestão das ações sociais da Companhia. Foi inserido na política de patrocínios, a partir de então estruturada em programas contínuos. O Programa conquistou os prêmios Top Social da ADVB (2002 e 2003) e Marketin Best de Responsabilidade Social (2003).

Projetos que marcaram a história