O Projeto destinou, durante o mês de outubro de 2004, R$ 0,10 de cada unidade de medicamento comercializada para projetos na área de saúde, relacionados às crianças e executados por instituições de relevância, escolhidas e validadas por médicos.
A segmentação do público-alvo das ações propostas contemplou principalmente os médicos, pacientes, propagandistas, farmacêuticos e balconistas.
Como resultado, reduziu-se a incidência
de substituições dos medicamentos prescritos pelos médicos e trocados
nos balcões de farmácias, que vinham pondo em risco
a saúde dos
pacientes. Ao mesmo tempo, a atitude de respeito à prescrição
médica pelos balconistas, pacientes e farmacêuticos contribuiu
para a melhoria da qualidade de vida das crianças assistidas pelos
projetos beneficiados.